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Terapia Hormonal na Menopausa.

 

Este texto explica quais os benefícios da terapia hormonal na menopausa.

As mudanças hormonais femininas estão presentes em diversas fases da vida.

Uma das principais é o climatério, que se inicia cerca de dois anos antes da menopausa.

O que é a Menopausa

A menopausa é definida como um ano sem menstruação, sendo caracterizada pela diminuição da produção dos hormônios femininos, entre eles estrogênio, progesterona e testosterona.

 

Com essa diminuição hormonal, começa a aparecer diversos sintomas, tais como fogachos, insônia, fadiga, alterações do humor, diminuição da libido, ressecamento vaginal, entre outros.

 

Podemos observar esta queda hormonal a partir dos 45 anos e se estende até a senescência (após os 65 anos de idade).

Como a terapia hormonal na menopausa pode ajudar

os sintomas têm origem na diminuição da produção hormonal, a terapia hormonal em baixas doses é o mais recomendado e pode ser feita com hormônios sintéticos ou isomoleculares.

 

Os hormônios utilizados na terapia hormonal têm estrutura química e efeitos semelhantes aos hormônios produzidos pelo organismo da mulher.

 

A menopausa por ser uma alteração natural do organismo feminino, nem sempre precisa ser tratada. Mas, é importante ressaltar que são o tipo e a intensidade dos sintomas que definirão a necessidade ou não de tratamento.

 

A eficácia da terapia hormonal para aliviar os sintomas, principalmente fogachos, qualidade do sono e alterações no humor já está muito bem estabelecida.

 

Outras alterações importantes no organismo feminino são a osteopenia e a osteoporose. Nestes casos, a reposição hormonal auxilia na captação de cálcio pelo tecido ósseo.

 

Também existe um fator benéfico na proteção cardiovascular. Além de estar associada com a diminuição do risco de doença de Alzheimer ou pode retardar seu aparecimento.

 

Portanto, sabemos que na terapia hormonal, os benefícios se sobrepõem aos riscos principalmente quando indicada na “janela de oportunidade”, ou seja, para mulheres com menos de 60 anos de idade e menos de dez anos de menopausa.

 

Lembrando que a terapia hormonal não é recomendada para pacientes com antecedente de câncer de mama, doença coronariana, acidente vascular cerebral, tromboembolismo e sangramento genital de causa desconhecida.

 

O tratamento medicamentoso depende muito dos sintomas que a paciente relata, porém ele pode ser realizado com auxílio de reposição hormonal, antidepressivos, fitoterápicos e cremes vaginais, tanto hormonais quanto lubrificantes, que diminuem o ressecamento local. 

 

Além da terapia hormonal, as pacientes devem realizar uma mudança no estilo de vida com alimentação saudável, prática regular de exercícios físicos, diminuição de peso corporal, evitar o tabagismo e o abuso de álcool. 

Terapia hormonal: hormônios sintéticos ou isomoleculares

Hormônios sintéticos:

São considerados hormônio sintéticos aqueles fármacos com ação semelhante aos hormônios. Estes agem imitando os hormônios produzidos pelo corpo, mas são hormônios com preparação em laboratório.


Atualmente, são bastante conhecidos com nomes comerciais e encontrados em farmácias com doses padrão. Podem apresentar ação mais rápida no organismo, mas também apresentam maiores chances de efeitos colaterais.

Hormônios isomoleculares:

São considerados hormônios isomoleculares aqueles com estrutura molecular exatamente igual às dos hormônios humanos. Sua formulação é feita por técnicas desenvolvidas de engenharia genética recombinante.


Sua formulação é feita a partir de matérias-primas naturais e desempenham um papel idêntico aos hormônios naturais, por isso não produzem efeitos colaterais.


O mais interessante sobre estes hormônios é que são manipulados especialmente para cada paciente em doses determinadas, específico para os sintomas da paciente naquele momento da vida.


Portanto, uma vantagem dos hormônios isomoleculares quando comparados aos hormônios sintéticos é que, por serem feitos em farmácias de manipulação, podemos escolher a melhor forma de reposição para a paciente.


Assim podemos entender as necessidades da terapia hormonal, identificando para cada paciente a melhor forma de realizá-la, seja por creme, pílula, gel, patchs/adesivos ou implantes hormonais.

Terapia hormonal: Efeitos colaterais podem existir

Efeitos colaterais podem existir na terapia hormonal. Geralmente, são de intensidade leve e normalmente cessam após o período de adaptação.

 

Portanto, os efeitos colaterais mais comuns são dor nas mamas (mastalgia), enjoo e cefaleia. Também podem ocorrer sangramentos de escape.

Terapia hormonal: posso fazer?

A terapia hormonal é indicada para pacientes que apresentam sintomas causados pelo declínio da produção de hormônios, ou seja, quando os níveis hormonais estão baixos ou desequilibrados.

 

Importante ressaltar que não é necessário esperar a menopausa confirmada para iniciar a reposição hormonal.

 

Entretanto, a terapia hormonal não é recomendada para pacientes com antecedente de câncer de mama, doença coronariana ou história de acidente vascular cerebral, sangramento genital sem causa definida, assim como pacientes com alto risco de desenvolver qualquer uma das doenças citadas acima.

 

A recomendação atual indica a utilização por tempo curto para diminuir os efeitos indesejados a longo prazo. 

 

Muito importante ressaltar que a terapia hormonal deve ser feita sempre com o acompanhamento médico especializado, com a realização de exames periódicos clínicos e laboratoriais.

 

terapia hormonal na menopausa

 

Agora que você já sabe mais sobre terapia hormonal na menopausa, agende uma consulta com a Dra. Aline Borges.

 

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