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Nutrologia e Infertilidade.

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Nutrologia e Infertilidade

Neste texto explico como a Nutrologia e Infertilidade andam juntas quando o assunto é gravidez.

Os hábitos nutricionais apresentam papel importante na infertilidade feminina.
Além do envelhecimento, uma série de fatores não modificáveis ​​relacionados ao estilo de vida, como tabagismo, consumo elevado de cafeína e/ou de álcool, estresse, exposição crônica à poluentes ambientais e outros hábitos nutricionais, exercem um impacto negativo na fertilidade das mulheres.

Dietas para melhorar a Fertilidade

Além dos componentes nutricionais, as categorias de dieta com seus macronutrientes e micronutrientes têm sido estudados em relação à infertilidade feminina.
Pensando em estratégias para melhorar a fertilidade, podemos dizer que a dieta mediterrânea (rica em vegetais, frutas, grãos integrais, legumes, nozes e azeite de oliva e pobre em carne vermelha) tem se mostrado benéfica em vários aspectos da saúde no geral e, também tem sido estudada em relação à fertilidade.

Esse padrão alimentar é um plano de alimentação saudável inspirado no regime nutricional das populações da Grécia, do sul da Itália e da Espanha nos anos cinquenta do século XX.
As principais características dessa dieta são grandes quantidades de legumes, verduras e frutas, azeite, cereais não-refinados, vinho, consumo moderado a alto de peixes e baixo consumo de carnes.

Importância de uma boa alimentação para a fertilidade

Estudos que avaliaram a infertilidade feminina relacionada a distúrbios da ovulação, mostraram uma associação benéfica importante entre a fertilidade feminina e o consumo de carboidratos de baixo índice glicêmico, ácidos graxos monoinsaturados, proteínas de origem vegetal e suplementos com ferro, folato, e vitaminas.

O ômega-3 (EPA e DHA) parece melhorar a infertilidade feminina pois agem diretamente nos fatores inflamatórios do sistema reprodutor, mas eles não agem sozinhos e devem ser acrescentados numa dieta anti-inflamatória.
Estima-se que uma dieta saudável, combinada com uma ingestão suficiente de antioxidantes, com controle do peso corporal e atividade física regular, reduzem 69% o risco de infertilidade ovulatória.

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